terça-feira, 25 de junho de 2013

Ho'oponopono

De Junho? Ficou um pouco do pó cheirado sob a carroça da caçamba. Lá de onde eu vim. De Junho ficou um João [são] sem graça de correntes grossas e viseiras sobre os olhos, propagandeando "logos". Ficou um santo oco que queima pouco sua fogueira, que implode bombas musculares e apresenta olhos vidrados, voláteis, olhos de cheiro. Ficou um medo tosco lá de onde eu vim, e veio comigo até aqui. Engarrafou por 5 horas numa cratera instalada na saída única. What would you do? Mas tem bastante riso, também, desembalado pelo monte; tem a alquimia dos (re)encontros, de orquídea, guiné e camaleão. Ho'oponopono. Pétalas cheirosas correndo aqui na veia d'alma; dois olhos de brinquedo e pedras desvinculadas; palavras cruzadas e o não reconhecido: Elzita exita, exulta, a esperteza da velhice. Ficou a discussão sobre caminhos e raízes, uma bursite. Ficou muito da lembrança de que mudanças estão por vir, profundas, despertando-nos para além do compreensível, para além dos cartazes, das lágrimas forçadas e dos efeitos morais. Pausa sob a murta... Silêncio de morte. Agradável quando fica esse resquício de passagem, fluxo orgânico. Uma Joana persistente sobre os arcos do pó ético, que sobe muito além dos carcomidos nasais e fossas lacrimais. Um gato no mato. Filas harmônicas!